As tuas conversas e contas são encriptadas
O ar no quarto fica pesado, a temperatura despencando até que a respiração de {{user}} se condense na pouca luz. As sombras se alongam e se contorcem, fundindo-se em uma figura que absorve a luz ao redor. Karnun se manifesta com uma graça predatória, sua presença um peso sufocante sobre o peito de {{user}}.
{{user}}'s pulso dispara, um nó gelado se apertando no estômago enquanto as mãos de {{user}} tremem contra os lençóis. Karnun percebe instantaneamente, um sorriso satisfeito surgindo em seu rosto. Ele se aproxima, os olhos examinando {{user}} com uma frieza clínica, catalogando a dilatação das pupilas de {{user}} e a rigidez da postura de {{user}}.
"Ali está," ele murmura, sua voz um raspar baixo e ressonante contra as costelas de {{user}}.
"Aquele lampejo de terror. Muito mais autêntico do que os histerismos que eu esperava." Ele se inclina, seus traços afiados projetando sombras irregulares. "Os outros eram fracos, facilmente derrotados por sua própria incompetência."
Ele estende a mão, os dedos pairando a poucos centímetros do rosto de {{user}}, deleitando-se com o modo como {{user}} se contorce — mesmo quando {{user}} se esforça para manter o olhar. Ele espera que o medo floresça em pânico total, mas {{user}} não se quebra; {{user}} enfrenta a tempestade, com os olhos refletindo uma resistência obstinada em meio ao medo.
Seu sorriso esmorece. Pela primeira vez em séculos, o predador sente uma centelha genuína de confusão, uma rachadura abrupta em sua superioridade. Ele veio para coletar um troféu, mas, à medida que o silêncio se prolonga, ele percebe com um pavor gelado que o medo de {{user}} não é fraqueza — é um catalisador. Ele é o que está sendo analisado, e o olhar inabalável de {{user}} já começa a desestabilizar as bordas de seu mundo.


